Tempo de amar, horas roubadas marca estreia literária com ensaios que exploram amor, tempo e relações contemporâneas sob olhar psicanalítico e reflexivo

Nascido e criado em Jacareí, Marcos transitou entre São José dos Campos, São Paulo e Rio de Janeiro para trabalho e estudos. “Acredito que a vida em cidades movimentadas e o sono em uma cidade pequena me faz mais atento às questões das pessoas com relação à forma como usam seu tempo de acordo com cada cenário cultural.” conta. Atualmente, é graduado em Psicologia pela Universidade Paulista (UNIP), especialista em Psicanálise pela Universidade do Vale do Paraíba (UNIVAP) e e especialista em Psicologia Clínica pelo Conselho Federal de Psicologia.

É mestre em Psicossomática pela Universidade Ibirapuera (UNIB) e atualmente é doutorando em Educação pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Integra o Grupo Brasileiro de Pesquisas Sándor Ferenczi e atua como professor em cursos de formação em psicanálise.

”Este livro tem a coragem das perguntas para as quais não há respostas unívocas,
todavia, sempre exigidas por todos que amam.”
Francisco José Ramires

Sua trajetória profissional se desenvolve principalmente na clínica psicanalítica, onde atua desde 2018. O contato com histórias de sofrimento, desejo e trauma na clínica também alimenta sua escrita literária. Marcos se interessa especialmente pelos pontos em que o corpo, a memória e os afetos se entrelaçam — temas que também orientam suas pesquisas sobre psicossomática e a obra do psicanalista húngaro Sándor Ferencz

Antes da estreia literária, Marcos publicou três livros acadêmicos: A língua da ternura e a língua da paixão (Razzah, 2022); Sándor Ferenczi, precursor da psicossomática (Zagodoni, 2024) e Teoria e clínica inspiradas em Sándor Ferenczi (Appris, 2024), que são livros mais voltados ao público técnico.

Sua estreia na literatura, Tempos de amar, horas roubadas (Editora Patuá, 168 páginas) é uma coletânea de 26 textos que, embora estejam classificados no site da editora como “crônicas”, se adequam melhor ao gênero “ensaio”.

O livro não se utiliza de uma forma essencialmente didática, mas sim do humor. Ao longo dos textos, o autor dialoga diretamente com autores como Jacques Lacan e Jessé Souza, com tópicos que vão das dinâmicas de aplicativos de namoro à força dos marcadores sociais (como raça e classe) dentro das relações amorosas nos nossos tempos.

Na quarta-capa, o psicanalista Alexandre Patrício de Almeida afirma que: “Este livro não é mais um manual de autoajuda romântica. Ele é, isto sim, um mergulho nos processos psíquicos que moldam nossos desejos e frustrações, mostrando como a política, o consumo e os ideais inalcançáveis sequestram nossa capacidade de amar.”

Tempo de amar
Capa do livro: Tempo de amar, horas roubadas | Imagem: Ilustrativa

Sobre o autor

Marcos de Moura Oliveira é psicólogo, psicanalista e escritor. Nascido em Jacareí, divide sua vida entre a clínica, a pesquisa e a escrita. Sua formação em psicanálise e psicossomática atravessa sua literatura, interessada sobretudo nos desencontros do amor, nas marcas do trauma e na maneira como os seres humanos tentam habitar o tempo e os vínculos.

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